Caminhar em cima de um muro tem lá seus benefícios: pensar, refletir, analisar, obervar o momento certo para tomar a decisão de que lado é melhor descer. Mas tem também o lado ruim que agrupa o medo, a insegurança, a auto preservação ou o auto ocultamento.
Independente do pró e contra, um dia o muro termina e a decisão - que te ofereceu km de tempo e ocasiões para escolher um lado - tem que ser tomada a força a fim de não perecer alí para todo o sempre.
Hoje escolhi um lado, antes que eu dê de cara com o fim e seja forçada a pular para um dos lados sem ter tempo para observar qual deles é o melhor. Quero descer para lá na frente, quando a situação exigir, subir novamente em outro muro.

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